domingo, 25 de setembro de 2016

Não use sapatos dentro de casa.


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Você usa sapatos dentro de casa? 

Você nunca devia fazer isso! A ciência explica porquê!

Nunca deves usar os sapatos dentro de casa! É importante que conheças isto. 

A tua saúde vai agradecer!

A prática não tem nada de novo em países do oriente e cada vez mais 

encontra adeptos no mundo ocidental. Tirar os sapatos para entrar em casa, 

segundo a tradição japonesa, por exemplo, evita que o lixo da rua e as 

más energias adentrem o ambiente da residência.

A ciência, por sua vez, vem justificando esse costume. De facto, deixar

 os sapatos na parte externa (ou reservada) da casa pode evitar que se entre 

em contacto com cerca de 421.000 tipos diferentes de bactérias presentes

 em 96% das solas dos sapatos, isso mesmo, 96%. Mesmo que o sapato

 pareça limpinho, ele está bem longe disso, é o que dizem os investigadores 

da Universidade do Arizona, EUA.

Apesar de não ser novidade nenhuma que os sapatos trazem lixo para 

as nossas casas, não devias imaginar que era tão grave 

assim.

Entre elas, foram encontradas bactérias causadoras da pneumonia, 

de infecções nos tratos urinário e respiratório. Ah, vale a pena citar

 que uma dessas bactérias é uma velha conhecida de todos nós: 

a E. Coli, parte integrante do grupo de germes inimigos dos alimentos 

e dos humanos, encontrados em WC’s públicos e fossas abertas, 

os coliformes fecais. Inimigos, porque, caso ingeridos, fazem-nos 

muito mal ao estômago e intestinos, podendo até mesmo ser letais.

Ainda na pesquisa, foi constatado que essas bactérias conseguem se 

fixar ao seu calçado por longas distâncias e que o nível de transferência 

desses microorganismos para o chão das casas varia entre 90-99% – 

bastante eficaz, não?

A solução? Bem, você pode lavar as solas dos calçados com sabão neutro 

com regularidade para reduzir drasticamente o número de bactérias e,

 limpar o chão, tapetes e carpetes da sua casa com vapor.

 Um tanto trabalhoso, não? Parece que a solução mais simples, 

e tão eficaz quanto estas, ainda é manter os sapatos fora de casa.

 Você decide o que fazer.

Fonte: sciencedump.com

domingo, 18 de setembro de 2016

LANÇAMENTO DE CD NO SARAU MATINAL BECO DOS POETAS, DIA 25-09-2016

LANÇAMENTO DE CD  NO SARAU MATINAL BECO DOS POETAS, DIA 25-09-2016 (biblioteca) CEU  Caminho do Mar- Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 5241 - Vila do Encontro, São Paulo - SP, 
contato- whatsApp 011 985002514- TIM

Betto Ponciano é cantor, compositor e instrumentista. 
Também apresenta um repertório de músicas caipiras tradicionais e algumas canções de Taiguara, Sá e Guarabira, Zé Geraldo, etc. Autodidata e com mais de 25 anos de estrada no mundo da música Betto Ponciano há muito se dedica a pesquisar a cultura popular dos romeiros e viajantes, atividade que o levou a dominar instrumentos como viola caipira, violão e gaita. Por tudo isso seu estilo é marcado pela sonoridade da música caipira do Vale do Paraíba (SP), canções de trabalho da Zona da Mata (MG), nuances de Folk Music e Rock Rural. 

Yin e Yang - dualidade de tudo que existe no universo.



Yin e Yang são conceitos do taoismo que expõem a dualidade de tudo que existe no universo. Descrevem as duas forças fundamentais opostas e complementares que se encontram em todas as coisas: o yin é o princípio feminino, noite, Lua que precisa de fogo para ilumina e aquecer na escuridão fria noturna, a passividade, absorção. O yang é o princípio masculino, Sol que precisa de Água (refrescar o calor insuportável), dia, a luz e atividade.


Patricia Meira no SLAM DA GUILHERMINA 2016



  Patricia Meira , vencedora do Batalha de Poesias-SLAM DA GUILHERMINA 2016
Convidada especial no Sarau Matinal Beco dos Poetas , dia 25-09-2016. CEU Caminho do Mar- Biblioteca Prof. Jose Resende - Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 5241- Jabaquara- SP

Entrevista com...

Nome: Patricia Meira
Idade: 29 anos
Naturalidade: Itajuipe-Ba
Por ser uma criança muito sonhadora (o que é natural numa criança), comecei a escrever as histórias que eu gostaria de viver e como descobri o dom do canto, comecei a compor.
Foi à partir daí que desenvolvi as rimas.
Já adolescente a poesia tornou-se um refúgio, era a maneira como conseguia desabafar.
Era como se meus olhos gotejassem letras no papel e eu naufragasse no meu rio de poesia
Depois de sofrer algumas decepções, Destruir tudo que eu já havia escrito e aos 14 anos parei de escrever.
Só em novembro de 2014, uma amiga, também poetisa, encontrou algo meu escrito num caderno e me incentivou a voltar a escrever.
Me pôs num grupo de poesia que ela mesmo havia criado.
E foi assim que voltei  a escrever
SLAM DA GUILHERMINA
Os 3 textos que me deram a vitória no Slam da Guilhermina, foram como tudo que escrevo, um desabafo.
E sem falsa modéstia, acho até  que muito necessário tendo em vista as coisas que tem acontecido em nossa sociedade hoje.

Entrevista cedida á Maria Jeremias dos Santos- Apresentadora do Sarau do Beco.