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terça-feira, 24 de agosto de 2010

TUIG



Estou na Legião que ficou por ai...
Você pode me sentir no alivio do asco que todos sentiam por min! Veja-me nos céus incandescente como astros decadentes.
Ao som dos sonhos destroçados compro pães e cigarros...
E na pantomima de eventos funestos vem na minha cabeça o estranho desejo por teus beijos!
Nas suas melodias: Amor, traições & fantasias! Juntos em uma Alquimia, doses de ant-magia!
Sabe o que me causa horror? É saber que o desgosto que sinto é proporcional ao meu amor! E por falar nesta massa gigantesca vem aos olhos lagrimas de tanta tristeza!
Como se n bastasse o peso do fracasso, agora tenho nas recordações meu calvário.
Seu corpo é um templo que Jaz no altar de minhas lembranças! Nossos momentos e segredos outrora ocultos do mundo inteiro hoje são pichações de banheiro.
E no bar local sagrado que jurei te amar brindo as novas dores que hão de chegar!

BONIE y CLAIDE AMOR MATA


Embreagar-me-ei, dopar-me-ei todos os dias de saliva e vinho e mesmo assim durante meu definho terei forças para acalentar-te.

Estou acometido pelo maior dos vícios, absoluto, a religião das religiões o dogma dos dogmas.

Sofro e consigo dar risadas, morro de dor mas de min ainda prazer exala. Uma caravana de sentimentos p (n) obres. O sangue nos nossos corpos, as pedras do jogo, risadas,latas,crianças,velhos,caboclos,prostitutas,ciganos...

Devo-lhe lagrimas sóbrias minhas.

As Tempestades, Os Furacões, Os terremotos, a fúria inexplicável dos vulcões, nada disso a min impressiona. Não que eu domine as ciências, pois sei que é tudo obra de tua peçonha.

Bruxa, Insana, Mulher,Criança. Que me arrebata e tira para dança e me convida a viver beija-me com um gosto que ainda vai nascer... Fel, Mel,Carnificina, um gosto suave Divino com um “q” do maligno que não sei dizer... Mais uma dessas coisas maravilhosas, que estão entre o instante mágico da madrugada para o amanhecer.

O sangue também tirei do teu corpo, lagrimas do teu rosto, suor frio de tua face. Sei de nossas Neuroses, o pecado nos chama, a pulsação dos vícios, alterados ritmos cardíacos, o odor das secreções. Vejo-me soterrado e ao contrario do esperado permaneço calmo. Vejo-te entre os escombros em meio ao frio e a fome, a dor e ao abandono no ceio do Kaos, estais linda e paira sobre os corpos menina.

Dedicada a Iara.

Retirado do Poezine Porreseco

ANIBAL e zK na terra de Thor


Sua memória é bipolar emenda Mestre Anibal Filosofo d bar´...

Sentado sobre duas cadeiras em plena segunda-feira a cismar...

Nem o estudo de todas as formas de ver o mundo e sua compreensão lhe daria mais satisfação que um Peti na escuridão...

A Cismar Meditando a quem diga: Vagabundo! Para min um ébrio cronista do mundo!

No seu escritório a Beira-Mar paga dez por cento mais deixa para lá!

Pede mais uma breja a mais barata não importa qual seja!

Quimeras Filosofais, Pesadelos Reais Alquimia que não se finda com a conta e quando diz a tia: Fudeo! Lá vem a policia!

DILEMAS NA ALMA…

DILEMAS NA ALMA…

sábado, 21 de agosto de 2010

CONVITE Á POESIA



"Sou o que quero ser, porque possuo apenas uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero.
Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce dificuldades para fazê-la forte,
Tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas,
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos."

Clarice Lispector


Vem ae... 2º Sarau Matinal do Beco dos Poetas

Quem diz que a poesia morreu nunca entrou no site do Beco dos Poetas, aqui os autores são poetas ou contistas, onde podem sorrir ou chorar nas suas poesias. E no Sarau Matinal que acontece todos os meses eles têm a oportunidade de mostrar seu trabalho literário e emocionar a platéia com seu jeito único. Porisso o convido, venha ver o próximo Sarau Literário que será dia 12/09/2010 no C.E.U - Caminho do Mar no Jabaquara a partir de 10 hs, um Domingão repleto de poesias rodeado de companhias intelectuais. Você não pode ficar fora dessa!

 

A Idade de Ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz,

somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente

e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar

e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem

em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
 quantas vezes for preciso. 

Vinicius de Moraes



quarta-feira, 11 de agosto de 2010

VEM CHEGANDO O VERÃO




Vodka (com muito gelo) calor insuportável, insônia total! Um turbilhão de coisas passam e invade minha cabeça...
Que barulheira infernal! Não é como Alhandra, onde os ruídos, cantos, arrastados, era o Bacanal da Natureza.
Aqui, entre lajes e paredes sufocantes, escuto os ruídos eletrônicos dos malditos! Vizinhos, inimigos escondidos por traz de grades, muros e cordialidades...
A essa altura estou na calçada...
Rola uma brisa. Vejo no fim da rua um vigia, lazarentos cães, prostitutas velhas... De longe se sente o cheiro de Dor!
Abro uma garrafa de Vinho, misturo com Vodka, o vigia passa apitando, seguido por seus desalentos, ébrio de consternação.
Chega-se um jogado, uma pustema errante, senta-se, toma uma dose e me diz: Quando era vivo fiz de tudo! De nada me arrependo, sempre vi no excesso a essência de minha Liberdade!
A Madrugada começa a fraquejar. Estou completamente ébrio, como uma azeitona...
Uma Senhora se chega e pede um pouco de Vodka, o cheiro de Rosa impregna o ar...
Bom dia, boa tarde e boa noite, vi no seu rosto um mapa de sofrimento e conhecimento, caminhos longos, penosos, insólitos...
Ela cantava uma linda canção sobre a Mata.
A luz estupra as trevas e a madrugada estar em coma, fico enojado com a vermelhidão do céu.
Arrasto-me trôpego ate a praia...
O Mar estar tão quieto que parece Morto! O Sol covarde ainda não apareceu, embora o dia já se faça claro.
Vomito na areia branca um excremento preto, mal cheiroso, quando sou surpreendido por aquela massa luminosa incomensurável que deixa o Mar azul! Intenso... Vivo! E isso não me diz nada!

SENTIMENTOS



SENTIMENTOS





Não quero chorar

Mas as lágrimas insistem

A rolar pela minha face,

Tento não pensar no passado

Naquelas cenas tristes

Mas minha mente é mais forte

Trazendo lembranças de dor,

Sentimentos de tristezas profundas...

As feridas não aparecem em meu corpo

Mas está estampada em minh'alma

Gostaria de apagar coisas tristes

De minha vida com um apagador mágico

Daqueles que não deixam marca nenhuma...

Mas sei que somente o tempo

É capaz de fazer isso e devolver minha alegria

Pra poder sorrir novamente e acalmar

Esse peito cheio de dor.


DESTINO

Mensagens Para Orkut




DESTINO

Momentos de alegrias e tristezas
Faz parte de nosso dia a dia
E com as pedras no caminho
Tentamos fazer castelos de areia
Nem que sejam no ar...
E com os sentimentos tentamos
Sufocar verdades não ditas
Pra alguém do passado...
Onde reminiscência da vida
Atropelam-nos fazendo a ficar
Cara a cara com o destino e
Sem saber ao certo, seguimos
Confiantes em busca de amor
E sanar a dor que corrói o coração.

Maria J. Santos

Fotos

Fotos

Fotos

Fotos

Depois da separação

Mudar de vida

Filhos de pais separados

terça-feira, 10 de agosto de 2010

ADONIRAN BARBOSA


Adoniran Barbosa
Ícone do samba paulista completa 100 anos em 2010

São Paulo, agosto de 2010 - Há exatos 100 anos, em 6 de agosto de 1910, nascia João Rubinato em Valinhos (SP). Criado no bairro do Bixiga, na capital paulista, o filho de imigrantes italianos teve diversas profissões antes de se tornar um dos nomes mais conhecidos do samba paulista. Difícil identificar quem é? Nem tanto! Provavelmente você conhece Adoniran Barbosa, autor de sucessos como Tiro ao Álvaro, Saudosa Maloca, Trem das Onze e tantas outras são já clássicos de nossa música.

De voz rouca e cantando em português errado, com um sotaque típico do Bixiga, ele compôs e cantou uma São Paulo em crescimento e o cotidiano dos menos favorecidos, seus desamores e problemas de forma bem humorada, quase como uma crônica social. Mesmo com o sonho de ser ator (e foi), começou a carreira artística no rádio, onde criou o personagem Adoniran Barbosa, que acabou adotando por causa da popularidade.

Sua trajetória como músico, como cantor, suas história, o rádio e a TV, seu personagem Charutinho, a parceria com os Demônios da Garoa, e muito mais, são contadas em biografias recentes. Confira abaixo:

Para um dos cronistas de São Paulo, Lourenço Diaféria, Adoniran era um pedaço da alma desta cidade. "Não construiu o concreto, não a pedra, não a matéria – mas foi o obreiro do alicerce poético de São Paulo. Integrado na vida urbana deste vulcão maluco, foi um pouco beija-flor, um pouco corvo, que paira adeja, mergulha e se dilui. Mas volta sempre ao horizonte, quer nos miasmas, quer nos perfumes. Nada do que era a cidade foi estranho a Adoniran. Ele cantou o amor, o desespero, a exploração imobiliária, a alegria, o trânsito, o cavaco, o progresso, o trabalho a morte e – sempre, a todo o momento – o homem. Restamos todos um pouco Arnestos, Iracemas, Jocas e Mato Grossos feridos pelo desmoronamento dos tijolos desse barraco frágil, desajeitado, mambembe e transitório que é a vida. Com a morte de Adoniram, a sensibilidade precária e a poesia tosca de São Paulo fica ao relento. É como se o trem das onze tivesse levado, numa nuvem de jaçanãs, enquanto ficamos na estação, o lenço branco da saudade, acenando em vão. A menos que sejamos práticos e frios: então diremos que, na verdade, o poeta não morre. Ele apenas constrói sua missão, alimenta a alma da cidade – e depois sai a tocar seu cavaquinho para os anjos."
(Autores Solange Fonzar, colunista ONNE e Fred Rossi)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

TEU OLHAR...



TEU OLHAR...

É tão intenso este teu olhar, mirante de meu destino / pequenino...
Olhar / ninho, em que me aninho... Com / sem medo de me aninhar!
-Homem maduro / todo desejos... A sonhar / apenas menino!

Edvaldo Rosa
09/08/2010
www.sacpaixao.net

CREPÚSCULO DA ALMA
















O Por do Sol tem “q” de Suicídio...

De Morte!

Sua Tristeza tem uma Candura...

...que parece ser doce sua Amargura.

O Por do Sol é o Crepúsculo da Alma.

Sua Melancolia exala uma canção desta que ouvimos sempre que desfaz-se nossa ilusão.
























Coraçao de Mãe


No fundo do coração ela sente uma profunda magoa!
Tal agonia ante o tédio do dia-a-dia disfarça-se...
Por toda sua vida esta presente a despedida!
Na sua face esta esculpida a partida...
O esculpir da carranca dar-se nos talhos da vida e perante agonias sorrir no altar das mixarias!
Esta frustração latente a noite se torna incandescente sombreando sua face!
E esse ar escarlate compõe sua funesta imagem!

Praia da Penha... Siga em frente














Todas as possibilidades se projetam por sua espuma espessa a repetição desta visão por este Tarô impregna a mente que vai da comedia ao terror!

Degustar-te ao som do mar...
Águas calientes faces rosadas peles salgadas e no mix de loucuras q proporciona as degustações as trocas de fluidos contaminados é apenas mais um caldo nas águas mornas da primeira estação!

domingo, 8 de agosto de 2010

AMIGO(A) VIRTUAL





Quando estou me sentindo realmente feliz
E tenho boas notícias a compartilhar
Preciso de um amigo, muito amigo...
Que realmente me entenderá.

Assim, digito meu login no computador,
Me conecto a internet,
E lá está você, meu querido amigo.
Como eu abençôo o dia que nos encontramos!

Você é a pessoa com quem posso contar
Quando preciso de companhia.
E se me sinto realmente triste,
Você lá está para me consolar!

As vezes é duro compreender
Este laço especial que compartilhamos.
Mil milhas entre nós,
Ainda assim, você está lá!

Eu quero que saiba que eu também estou aqui,
A qualquer hora, se precisar de um amigo,
Observe a florzinha do ICQ
Ou me mande um e-mail.

FELIZ DIA DOS PAIS

São Paulo, 08/08/2010
FELIZ DIA DOS PAIS

Seja no segundo domingo de agosto quando é comemorado o Dia dos Pais ou no aniversário do papai ou em qualquer momento, ele sempre é especial.
A vida é uma jornada cheia de grandes experiências e momentos inesquecíveis. O dia dos Pais é um desses momentos que servem para reforçarmos nossos laços afetivos e somarmos felicidades a esse grande presente que é a família.
Porque Pai é uma pessoa especial! Podem fazer da sua história, a biografia mais bela já escrita, um enredo de vitórias, alegrias e conquistas.
E com essa alegria que nós, do BECO DOS POETAS homenageamos todos os pais e mães que nesse dia fazem os dois papéis também, nesse dia especial.
Receba o nosso carinho.
GRUPO EDITORIAL BECO DOS POETAS & ESCRITORES LTDA.

sábado, 7 de agosto de 2010

BECO DOS POETAS

Andando pela Avenida da Poesia,
entrei na Rua da Inspiração.
Encontrei um prédio chamado Beco dos Poetas;
logo ao entrar tive uma ótima impressão.

Ao som do cavaquinho
um lindo chorinho escutei.
Senti minha alma mais leve
naquilo que presenciei.

Outro dia retornei
ao prédio Beco dos Poetas;
encontrei novos e velhos amigos
que escrevem de forma direta.

Um homem e uma mulher
fortalecem essa edificação.
Amigos Marcio e Maria,
que Deus proteja o coração.

Se for da vontade de Deus,
o Beco dos Poetas só tende a crescer.
Humildade, Fé, Resignação e Inspiração...
Não o deixarão desaparecer.


** Poesia do amigo Eduardo Samuel Ferreira do http://amorefe.arteblog.com.br/

II E III COLETANEA ESPECIAL DO BECO



R$30,00+frete

Descrição

Coletânea Especial II e III Antologia Beco dos Poetas .Edição comemorativa que traz o fruto do II e III Concurso Literário Beco dos Poetas promovido pela comunidade literária Beco dos Poetas e Escritores (www.literaturaperiferica.ning.com) trás uma seleção de diversos textos enviados de vários pontos do Brasil apresentando uma imensa pluralidade de estilos e influencia cultural é apenas a ponta do iceberg da imensa criatividade poética que anonimamente pulsa no universo literário virtual que se tornou a internet.

II ANTOLOGIA DO BECO


R$22,98+frete


II Antologia Beco dos Poetas. Fruto do II Concurso Literário do site Beco dos Poetas e Escritores (www.literaturaperiferica.ning.com) trás uma seleção de diversos textos enviados de vários pontos do Brasil apresentando uma imensa pluralidade de estilos e influencia cultural é apenas a ponta do iceberg da imensa criatividade poética que anonimamente pulsa no universo literário virtual que se tornou a internet.

I ANTOLOGIA DO BECO



Preço R$24,98 + frete
Descrição

I Antologia Beco dos Poetas. Fruto do I Concurso Literário do site Beco dos Poetas e Escritores (www.literaturaperiferica.ning.com) trás uma seleção de diversos textos enviados de vários pontos do Brasil apresentando uma imensa pluralidade de estilos e influencia cultural é apenas a ponta do iceberg da imensa criatividade poética que anonimamente pulsa no universo literário virtual que se tornou a internet.

CASA DE PEDRA

R$24,98+ frete



“Literatura é arte do encontro de pessoas, livros e com você mesmo.”


É com esse intuito que enviamos á você a sinopse de nossos livros que se encontram á venda em nosso site na Livraria Virtual com preços acessíveis ao seu bolso, podendo pagar com boleto bancário, no seu cartão de crédito, você escolhe a maneira de pagar.





Descrição

Casa de Pedra... A rotina de uma escola por “entre os muros” de um dos mais violentos presídios do mundo, a antiga Casa de Detenção Professor Flaminio Fávero de São Paulo, conhecida mundialmente, após o triste massacre de presos no pavilhão Nove, simplesmente como “O Carandiru” , e entre os presos como “Casa de Pedra”... Tendo como pano de fundo a história de um interno que chega ao presídio semi-analfabeto e entre suas muralhas descobre o gosto pela literatura, torna-se escritor e um dos muitos professores-presos do sistema prisional e por fim em liberdade criador de um dos mais atuantes sites de literatura o “Beco dos Poetas & Escritores” (www.literaturaperiferica.ning.com) o mesmo nome de sua Editora...”Um história de dor e luta, mas também de vitória” é a frase que resume essa “viagem” no fascinante processo de ressocialização do preso, que muitas vezes julgamos ser impossível...

IV ANTOLOGIA DO BECO


R$ 30,00+frete

NÃO DEIXE DE CONFERIR AS MELHORES POESIAS ESTÃO NESSE LIVRO... IV ANTOLOGIA DO " BECO DOS< POETAS", DE AUTORES DIVERSOS, JÁ ESTÁ Á VENDA NO SITE www.becodospoetas.com.br

Dizer " EU TE AMO"

Em minha família realizamos um simples exercício que consiste em não deixar que o dia passe sem que digamos a alguém "Eu Te Amo".

É uma prática sadia.

Mas confesso que pode ser complicada quando as nuances e correrias da vida nos tomam tempo, vigor e paciência.

Mas não é simplesmente o dizer "Eu Te Amo" que atende à recomendação desse exercício.

Antes de mais nada deve ser sincero, não só para "cumprir tabela".

Pode até ser feito de forma criativa.

Grande parte das pessoas acha difícil, piegas, retrógrado e quadrado verbalizar essas três palavrinhas, mas por vezes nem é preciso verbalizar.

Os atos podem significar mais que várias palavras. Um gesto, uma Gentileza, um afago, uma flor, até mesmo um chocolate deixado em cima do travesseiro pode ser o suficiente para que a outra pessoa entenda o "Eu Te Amo".

Dizer "Eu Te Amo" pode significar oferecer o ombro amigo na hora da angústia. Fazer um pouco a mais do que solicitado, ou do que esperado. Lembrando que, fazer com interesse próprio deixa de ser amor apenas e pode até mesmo ser hipocrisia.

Se quiser adotar esse exercício, uma boa sugestão é começar durante os fins de semana, quando passamos mais tempo com a nossa família, e, além disso, quando encontramos várias pessoas queridas.

"Eu Te Amo". Apenas uma frase, mas que poder fazer uma grande diferença quando dita na hora certa, da forma correta.


***Recebi essa mensagem do meu amigo Alexandre do http://blogueirodobem.zip.net/

O meu, o seu, o nosso Pai...



Pode ser novo, pode ser velho;

Pode ser branco, negro ou amarelo;

Pode ser rico ou pobre;

Pode ser solteiro, casado, viúvo ou divorciado;

Pode ser feliz ou infeliz;

Pode estar aqui ou já ter ido embora;

Pode ter tido filhos ou adotado-os;

Pode ter casa ou morar na rua;

Pode usar terno ou tanga;

Pode ser Deus ou humano;

Pode estar trabalhando ou desempregado;

Pode ser tanta coisa ou simplesmente PAI.



Mas todos, sem faltar um

sequer fazem parte da Criação.

Que não só hoje,

mas em todos os dias desta vida

possas ser lembrado como aquele que:

muitas vezes não dormiu,

muitas vezes ficou pensando

na comida para levar para casa,

muitas vezes engoliu sapos,

muitas vezes chorou escondido,

muitas vezes gargalhou,

muitas vezes perdeu a hora,

mas nunca deixou de pensar

na coisa mais importante da sua vida:

NÓS!!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Meu querido, meu velho, meu amigo




Esses seus cabelos brancos, bonitos, esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, num grito, me ensinando tanto do mundo...
E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo
Sua vida cheia de histórias e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias ou lágrimas choradas, ao vento...
Sua voz macia me acalma e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo
Seu passado vive presente nas experiências
Contidas nesse coração, consciente da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima, seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo


(música de Roberto Carlos)

terça-feira, 3 de agosto de 2010

ENTREVISTA COM O EDITOR DA WEB LIVROS, REYNALDO DAMAZIO


“A poesia acontece quando alguém desconfia da linguagem e tenta reinventá-la, achando que, com isto, pode mudar a própria realidade, ou a nossa compreensão dela. Às vezes dá certo.”
Autor da frase acima, Reynaldo Damazio, (São Paulo, 1963) trabalha como editor e escreve resenhas e artigos sobre literatura, faz parte do conselho editorial de “K – Jornal de Crítica” e dirige o site Weblivros.
Autor de vários livros importantes na literatura brasileira, sendo um deles de poesia “Horas Perplexas” vencedor em 2º lugar do prêmio Alphonsus de Guimaraens , participante de 3 antologias de renome,”Na Virada do Século, Poesia de Invenção no Brasil” (Landy, 2002)” juntamente com os amigos Claudio Daniel e Frederico Barbosa,” Paixão por São Paulo” e “Antologia comentada da poesia brasileira do séc. 21”..esse jornalista brasileiro e fã de Lima Barreto nos fala em sábias palavras sua trajetória literária entre divulgação de contos e poesias ao nosso site.

1- Como surgiu seu interesse por poesia, crítica literária e animador cultural?

R – O interesse por literatura vem de muito cedo. Ganhei uma coleção de contos dos irmãos Grimm, de Perrault e de Andersen de minha avó, ilustrada com bonecos de pano, e praticamente me alfabetizei com esses livros. Tenho alguns volumes da coleção até hoje. Meu pai também inventava histórias para me fazer dormir e ainda me lembro de algumas. Depois, com oito anos de idade, pedia a ele para comprar o jornal de domingo e ficava lendo aleatoriamente aquele calhamaço. Coisa de maluco! Fiz os primeiros textos com alguma finalidade literária na adolescência. Eram ruins, mas ajudavam no relacionamento com as garotas. A crítica literária surgiu de meu interesse por leitura e não foi uma coisa programada. Gosto de ler ensaios do mesmo modo que um romance, ou um livro de contos. Tudo é escritura. Hoje, penso que mais importante do que escrever livros é ler bem, com paixão e inteligência, em profundidade. Antes de publicar, um autor deve se preocupar em ler muito, o tempo todo, sem descanso. Ler é primordial. Por fim, o trabalho com animação cultural foi uma decorrência da minha ligação com livros e escritores. Digamos que seja um fetiche pessoal que transformei em meio de sobrevivência.

2- Em seu livro ”Nu entre nuvens” você usa a expressão “arremedo de tatibitate” quando escreveu isso, que esperava que o leitor interpretasse quando lesse?

R – Há sempre nos meus poemas uma dose de ironia crítica, com o mundo e com a linguagem. Mesmo quando estou falando do corpo feminino, da desilusão com os grandes projetos, dos meus filhos ou da vítima de uma bala perdida. Fazer poesia é lidar com os limites do dizer, da compreensão, da opacidade do real, das contradições da história, numa mistura bizarra de sensibilidade e cognição. A expressão que você cita na pergunta se refere às repetições das bobagens infinitas que são ditas e consagradas como se fossem verdades absolutas, mas pode ser também um bordão qualquer, uma frase de efeito, um slogan de publicidade, um jargão acadêmico, ou qualquer outra coisa que o leitor descubra. No contexto mais amplo do poema, falo do vazio que está na raiz de toda palavra, de todo pensamento, que é o abismo da significação.

3- Qual sua opinião sobre a “transição” do livro físico para o livro eletrônico, um substitui o outro ou se completam?

R – Acho legal a tecnologia como ferramenta para agilizar a comunicação e o acesso à informação, mas quando o livro impresso “acabar”, tenho certeza que termina com ele a nossa civilização. Pode ser que comece outra coisa, um outro processo, mas não estarei mais aqui para ver. Duvido que alguém leia “Grande sertão: veredas”, de Guimarães Rosa, ou “Ulisses”, de James Joyce, integralmente num e-reader. A tendência será ler textos mais curtos e de menor complexidade, como a linguagem que se cristaliza na internet, em sites, blogs, twitter, msn etc. Vi recentemente uma versão eletrônica de “Alice no país das maravilhas”, de Carroll, cujos efeitos visuais não acrescentavam nada ao texto, além do movimento das ilustrações. Quero dizer que as leituras e releituras que fiz desse livro fantástico não dependeu de efeitos visuais ou externos, porque a qualidade textual é o que realmente importa. Os efeitos servem, por exemplo, para disfarçar um texto fraquinho e enganar o leitor inexperiente. Não quero parecer antiquado, mas um texto de Beckett ou de Drumonnd terá a mesma qualidade no papel ou noutro meio qualquer. Difícil é suportar a leitura prolongada de um texto complexo na telinha. Umberto Eco, Robert Danton e Roger Charter, entre outros, têm refletido sobre a importância da palavra impressa na formação da cultura.

4- Na sua interpretação, como a leitura pode levar poetas e aprendizes a tomar consciência do seu potencial criativo e transformador?

R – O escritor de verdade é antes de tudo um bom leitor. Ninguém se torna escritor sem antes ser um leitor exigente. É preciso ler grandes autores, grandes obras, de tempos e culturas diversos. Não sei se a leitura ajuda a tomar consciência do próprio potencial, mas certamente trará um aprendizado no manejo da escrita e uma visão crítica do mundo. O aprendiz de poeta ou de escritor deve ter consciência de seus limites. Para escrever um bom poema é imprescindível conhecer bem o gênero poesia.

5- Como editor como vê a divulgação de contos e poesias através da internet?

R – Uso diariamente a internet e o trabalho de produção editorial normalmente é realizado à distância. Além disso, a internet é um instrumento poderoso de divulgação, por seu alcance extraordinário. Pode ser útil tanto na divulgação de obras e autores, como nas vendas de longa distância e na democratização do acesso à literatura. É necessário, ainda, que mais pessoas tenham computadores e condições de navegar. Por outro lado, o acesso deve ser qualificado, crítico, inteligente. Tomando como exemplo o livro: não adianta você dar livros a alguém que não saberá o que fazer com eles. Por isso, a educação de qualidade também é essencial.

6- Você fez mestrado sobre a obra de Lima Barreto, qual das obras dele te inspirou?

R – Não concluí ainda a pesquisa. O romance “Triste fim de Policarpo Quaresma” causou um grande impacto quando o li no Ensino Médio. Tive uma professora fantástica que instigava a leitura e a discussão de autores importantes. Foi numa dessas aulas que descobri a poesia concreta, por exemplo. Lima Barreto é um dos precursores de nosso modernismo, ao lado do poeta Augusto dos Anjos, ainda que os modernistas o tenham ignorado completamente. Enfrentou uma barra pesadíssima com o alcoolismo, a pobreza, a loucura do pai e lutou contra o meio tacanho das elites do país. Tocou na ferida das desigualdades e do preconceito. Introduziu o pobre real na literatura brasileira e transitava com naturalidade da delicadeza humana à denúncia de nossas misérias sociais e políticas. Foi obscurecido pela figura grandiosa de Machado de Assis e por suas idiossincrasias pessoais, mas deixou uma obra fascinante, como invenção e como retrato de uma época de transformações agudas. Os contos de Barreto são originais e provocadores. O livro “Vida e morte M. J. Gonzaga de Sá” dialoga com os últimos romances de Machado. Muito do que se faz hoje na prosa brasileira vem de Lima Barreto.

7- No seu ponto de vista como está a Literatura Contemporânea atualmente?

R – Essa pergunta é muito ampla e de difícil resposta. No caso da literatura brasileira, creio que exista uma produção intensa, mas também uma grande dispersão. Na prosa, noto certo apego exacerbado ao real, especialmente à violência urbana e a solidão nas grandes cidades, mas sem muita ousadia formal e temática. Em poesia predomina um certo confessionalismo epigramático e uma obsessão por cenários exóticos, como se a paisagem fosse capaz de fundamentar o poético. Tenho lido com interesse poetas que lidam com a poesia como um problema, tanto na compreensão do real como na construção de uma linguagem de fato desestabilizadora. O poema que registra a satisfação narcisista do poeta com o próprio ego não me diz nada.

8- Seu site Weblivros publica resenhas, ensaios e entrevistas qual dessas tendências literárias provoca mais comentários dos leitores e por quê?

R – Os comentários e acessos são bem distribuídos, mas noto que chama mais a atenção o material relacionado a nomes consagrados. No entanto, os textos dos colunistas, por exemplo, têm muitos acessos e isso é constante, o que demonstra certo interesse por reflexões sobre literatura um pouco mais densas. Creio que ampliar os espaços para o comentário de literatura represente uma causa nobre e necessária nos dias de hoje. Essa foi a proposta do Weblivros desde o início.

9- Com sua obra “Horas Perplexas” você ganhou o 2º lugar no Prêmio Alphonsus de Guimaraens, a poesia desse escritor brasileiro é marcadamente mística e envolvida com religiosidade, o que suas poesias tem haver com o estilo literário dele?

R – Fiquei surpreso e honrado com o segundo lugar no prêmio da Biblioteca Nacional, mas minha poesia não tem nenhuma relação com a de Alphonsus de Guimaraens, ao menos que eu saiba. Conheço a poesia dele, mas não se trata de um autor que me cative e com o qual me identifique.

10- Com o advento da internet, o modelo de print on demand e a chegada de sites que publicam e comercializam livros facilitando ao autor independente a divulgação, comercialização e impressão dos próprios livros, surgiu uma nova “safra” de autores entre tantos, qual deles gostaria de fazer uma resenha de sua obra ou carreira literária e por quê?

R – Sobre os que estão começando, talvez seja muito cedo para avaliar. Conheço livros originalmente veiculados na internet que me decepcionaram bastante. O suporte não define a qualidade de um texto e a facilidade na circulação e na publicação também permite que muita coisa de qualidade duvidosa se espalhe por aí. Por isso me parece fundamental que a intensidade da leitura crítica seja proporcional à quantidade de publicações.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Black Heart III















A culpa lhe consome no ato de planejar!
Com o fato consumado sente alivio por pecar!
Oh! Humana razão tão carregada de verdades quanto meu coração!
E por falar neste símbolo de força quero que toda minha raça morra! Se meu músculo vital não traga consigo a fraternidade universal!

BLACK HEART IV













O azul do mar continua a me guiar e
Entre suas ondas permaneço a cismar...
E movido por essa fixação multi cromática
Sinto todas as desgraças congênitas bastardas!
Que urram nas madrugadas, contudo por
Força de tal inclinação tenho nas Mazelas
A minha principal fonte de inspiração!

Pais & Filhos II


O espelho me revela o reflexo do fracasso e vejo por todos os lados vejo escombros
dos tempos áureos!
E nos olhos dos entes vejo a decepção sempre presente.
Nas profundezas das infanto brincadeiras sinto toda tristeza das minhas Princesas!
Com o orgulho as avessas o primogênito me observa! Com um olhar de asco lhe abrigo a um abraço!

domingo, 1 de agosto de 2010

1º Sarau do Beco





O Beco é como uma semente, foi plantado com muito carinho, no começo teve dificuldades em criar raízes e crescer forte, mas com o adubo carinhoso dos amigos foi se recuperando e crescendo hoje é um pequenino arvoredo e quando o sol bate sua sombra se projeta imensa, como a prever seu crescimento, cada um dos textos publicados são como folhas desse pequeno arvoredo, tem dias que há poucas, como nas estações de inverno...mas há dias que tem muitas, como nas estações da primavera, e assim nosso arvoredo vai caminhando e tornando-se árvore esplendorosa, cada um de vocês que carinhosamente o fortalecem é parte disso, somos um grupo literário, um grupo de escritores, um grupo de leitores mais o grupo que mais se sobressai entre nós é o grupo de amigos, a amizade , a cordialidade no Beco é o sol que da vida ao nosso arvoredo iluminando nosso beco. Obrigada á todos por ajudarem a cuidar de nosso beco, sintam-se a vontade para convidar seus mais preciosos amigos, pois farão crescer cada vez mais nosso arvoredo!

Obrigada á todos que marcaram presença em nosso evento.

Livros do Beco dos Poetas

Não existe

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