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domingo, 15 de novembro de 2015

Na semana da Consciência Negra venha fazer essa homenagem com o Sarau Matinal Beco dos Poetas



 

Em tributo à escritora brasileira Carolina Maria de Jesus , o Sarau Matinal Beco dos Poetas realiza um sarau em homenagem à sua historia vivida e compartilhada entre vidas de muitas "Carolinas do Brasil."
Na semana da Consciência Negra venha fazer essa homenagem com a gente, traga sua poesia.


* Sarau do Beco é um dos poucos saraus que acontece pela manhã e aos domingos em SP- Capital.

O centenário de nascimento de Carolina Maria de Jesus (1914-1977), umas das escritoras brasileiras negras mais importantes da história do país, é tema do Sarau Matinal Beco dos Poetas, que acontece nesta domingo, dia 29, a partir das 10 h, da manhã, no Jabaquara- zona  sul - Capital. A entrada é livre.O sarau acontece mensalmente desde 2010 com várias manifestações artísticas e culturais. Nesta edição, diversos poetas e outros artistas prestarão homenagem à autora mineira, nascida na cidade de Sacramento - MG . 
O negócio dela era o papel. Com ele obt- teve, por uma fase de sua vida, seu sustento e de seus filhos. Com ele também passava madrugadas escrevendo seus pensamentos, histórias, poemas, questionamentos, alegrias e tristezas. Dona de uma personalidade marcante, seu traço fundamental era a autonomia e a coragem em não se submeter ao lugar que a sociedade para ela havia reservado.
Falamos de Carolina Maria de Jesus. É ela quem celebramos. Em 2014, ano em que se completa o centenário de seu nascimento, ocorrido na pequena cidade de Sacramento, em Minas Gerais, se festeja também a obra da inquieta e questionadora Carolina, que desde os tempos de Bitita (seu apelido de infância) exteriorizava perturbações complexas de sua condição de mulher, negra e pobre.
Carolina escrevia seu diário. Páginas e mais páginas que, juntas, diagramadas e intituladas, transformariam-se no livro Quarto de Despejo: O Diário de Uma Favelada, best seller literatura nacional, traduzido para mais de uma dezena de línguas e com milhares de exemplares vendidos dentro e fora do país, tornando sua autora conhecida internacionalmente. A viabilidade da publicação do diário, cuja primeira edição foi lançada em 1960, veio através do jornalista Audálio Dantas que, em 1958, a conheceu ao fazer uma reportagem sobre a vida na comunidade do Canindé, que ficava às margens do Rio Tietê, onde hoje fica o estádio da Associação Portuguesa de Desportos.

Fonte http://omenelick2ato.com
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