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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Gerências de Educação chamam 113 professores para substituir grevistas


20/05/2015 23h06 - Atualizado em 21/05/2015 10h12
As Gerências Regionais de Educação (Gereds) chamaram 113 professores Admitidos em Caráter Temporário (ACT) para substituir os professores estaduais em greve, informou a Secretaria de Estado da Educação nesta quarta-feira (20). Cada Gered analisa a situação das unidades escolares da própria região para tomar essa decisão. O sindicato diz que ocupar os cargos dos professores em greve é ilegal. Desde 24 de março os professores estão parados.
Conforme a Secretaria, 687 pessoas ainda podem ser contratadas para substituir os grevistas. Foram chamados ACTs em 13 Gereds. Em Jaraguá do Sul, Norte do estado, por exemplo, foram contratados 30 profissionais.
Em alguns casos, as gerências adiaram em alguns dias a chamada dos professores pela promessa de retorno às aulas dos professores que já ocupam a vaga. Na regional de Ibirama, Vale do Itajaí, a Gerência de Educação concluiu o levantamento, mas irá aguardar o retorno dos professores até esta quinta (21).
O sindicato diz que ocupar os cargos dos professores parados é ilegal. "A lei de grevegarante que o trabalhador que está em greve não poderá ser substituído por outro. E nós também já estamos usando os mecanismos que nos cabem no judiciário para poder reverter essa situação", afirmou o presidente, Luiz Carlos Vieira.
Nesta quarta, houve protesto em Itajaí de grevistas em frente à Gered contra a contratação de professores substitutos.
Pedido dos pais
Um grupo de pais de estudantes participou na terça (19) de uma reunião na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), em Florianópolis, com a Comissão de Educação. Eles pediram aos deputados integrantes que seja realizada uma audiência pública para discutir a greve dos professores estaduais.
Pelos números desta semana do Sinte-SC, 20% dos professores do estado estão parados. A Secretaria de Educação afirmou que a adesão tem caído nos últimos dias e que cerca de 6% dos professores estão em greve.

Maria Jeremias Santos

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